Veja matéria sobre o fim das locadoras:
sábado, 26 de maio de 2012
O fim da linha para as locadoras
Veja matéria sobre o fim das locadoras:
O Futebol Nacional de hoje
O São Paulo Railway Athletic Club formou-se como time profissional em 1919. Disputava os campeonatos organizados pelas entidades que comandavam o esporte no estado, obtendo boas colocações. Em 1946, quando a ferrovia que interligava São Paulo ao litoral santista encerrou suas atividades, o time da Rua Comendador Souza teve que mudar seu nome.
Atualmente, o Nacional Atlético Clube disputa a Segunda Divisão do Futebol Paulista (equivalente a quarta divisão), buscando o acesso às divisões acima. Os principais títulos conquistados foram dois Campeonatos Paulistas da A3 e duas Taças São Paulo, pouco para um clube que teve tudo para se tornar um dos grandes da capital.quinta-feira, 12 de abril de 2012
Moda, uma questão de bolso

Quais são os grandes motivos que levam as pessoas a comprarem as últimas tendências de peças de marca e o porquê desta ambição
Por: Leandro Massoni
Novidades que surgem no mercado, o bem estar e o status mais elevado por conta da variedade de grifes e de roupas de marca mais fortes, enchem os olhos dos consumidores na hora de comprar uma vestimenta. Nesses casos, o desejo fala mais alto do que a necessidade de apenas se vestir. O fato de poder usar uma peça de determinada marca pode dizer se esta pessoa é consumista pelo que paga, apenas para vestir uma calça, um tênis ou uma camiseta.
Hoje a moda trabalha com determinados públicos e gostos. O surfe é um dos estilos mais comuns da garotada na faixa de 12 aos 25 anos. As roupas de modelos famosas que desfilam nem passarelas servem apenas como tendências que os estilistas atribuem para mostrar a elasticidade dos tecidos, mas não sendo usadas para o comércio popular. Existe a tendência “Pret-a-Poter” (Expressão francesa) que significa uma roupa pronta para ser usada ou levada das lojas. As indústrias francesas produziam em série peças em razão de baratear o produto. É comum vermos pessoas que estejam vestindo uma camiseta mais simples, calças jeans básica e um tênis, pela praticidade e opção mais rápida na hora de escolher. Os preços mais elevados determinam a importância de marcas mais conhecidas e que trabalham com o aspecto da imagem.
Fatores como o consumismo são efeitos do apelo emocional de uma marca. O fato de um produto ser de uma determinada marca ganha mais força no mercado, não apenas pelo seu preço, mas pela sua busca de vestir a marca e se tornar fiel ao produto. Se a gente for calcular, os gastos com roupas de surfe podem variar de R$ 50,00 a quase R$ 1.000,00 por mês, dependendo da marca e qual seja a vestimenta, além da quantidade. O consumismo pode ser considerado fator psicológico, pois a moda acaba determinando o que você deve usar para se sentir mais autoconfiante e seguro de poder adquirir o produto.
sábado, 24 de março de 2012
E lá se foi o humor original brasileiro
Humorista Chico Anysio faleceu nesta sexta-feira (23) aos 80 anos por falência múltipla de órgãos. Corpo será velado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.Quem já deve ter ouvido bordões como “E o salário, ó...” do conhecido Professor Raimundo, sabe quem o fez, fez com muito carinho, assim como tantas outras figuras humorísticas que passaram na tela de nossa TV. Chico Anysio deixou fãs e admiradores de seu trabalho brilhante na dramaturgia e no humor brasileiro. Por conta da falência múltipla de seus órgãos, não resistiu a uma parada cardiorrespiratória e veio a falecer no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, às 14h52 desta última sexta-feira.
O corpo do humorista será velado no Theatro Municial, no Centro do Rio, neste sábado (23) e o velório será aberto ao público à partir das 12h. No domingo, será cremado no Cemitério do Caju, na Zona Portuária. O horário da cerimônia ainda não foi divulgado. O governador do Ceará, Cid Gomes, decretou luto oficial no Estado por três dias.
O comediante havia apresentado uma piora nas funções respiratórias e renal na última quarta-feira (21), tendo que respirar com ajuda de aparelhos durante o dia todo. Ele estava internado no CTI do Hospital Samaritano desde o dia 22 de dezembro do ano passado por conta de um sangramento. O comediante teve o problema controlado, mas apresentou infecção pulmonar e retornou à clínica. Chico seguia sessões de fisioterapia respiratória e motora diariamente, somadas ao controle com antibióticos.
Chico Anysio deixa na lembrança daqueles que tiveram a oportunidade e o prazer de lhe acompanhar personagens marcantes. Alberto Roberto, Bento Carneiro, Bozó, Painho, Haroldo, Coalhada e tantas outras faces foram presentes durante 65 anos de carreira do humorista, sendo grande parte de sua vida dedicada à alegria, descontração e entretenimento com mais de 200 personagens diferentes para um público que precisava fugir dos problemas do dia-a-dia em um momento onde pudesse encarar aquelas situações de forma mais cômica e engraçada. Chico teve participações em programas de humor próprios na TV Globo como “Chico City” (1973-1980), “Chico Total” (1981 e 1996), “Chico Anysio Show” (1982-1990) e "Escolinha do Professor Raimundo" (1990-1995). Mais recente, fez algumas participações no humorístico “Zorra Total” em 2011.
Anysio também fez algumas participações em novelas e especiais da emissora como “A Diarista” (2004), “Sinhá Moça” (2006), “Pé na Jaca” (2007) e “Guerra e Paz” (2008). Anysio teve um quadro fixo no programa “Fantástico” por 17 anos (de 1974 a 1991) e fez a supervisão da criação do humorístico “Os Trapalhões” no início da década de 90. O humorista deixa oito filhos e completaria 81 anos no dia 12 de Abril.quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Constituição de Leis do nosso Brasil

Saiba sobre as principais leis que regem nossa constituição política e o que servem o uso delas.
Por: Leandro Massoni
Será mesmo que as pessoas conhecem bem o que serve o poder Legislativo? E a relação do Executivo e Judiciário? Não apenas estas, mas existem diversas leis que formam a constituição do nosso país. Todos nós sabemos basicamente de que forma elas atuam e seu papel dentro da política federal do Brasil. Quando falamos na primeira lei citada acima, entendemos de início que serve para a criação das mesmas, mas com autoridade para julgar o Executivo, que por sua função tende a executar o que for aprovado. O Judiciário, baseado no que consiste o Legislativo, apenas tem como obrigação julgar situações de conflitos dentro do país, baseando no que está em vigor como leis. Somente intervém quando provocado a fazê-lo, não tendo a função de exercer no papel do processo Legislativo na criação de normas jurídicas.
Mas não apenas vamos tratar de leis dessa forma. Devemos nos aprofundar mais à questão e conhecer algumas medidas para tomada de decisões que venham modificar o quadro Legislativo de um país.
Assim, em primeiro lugar, devemos definir o que é uma Lei – segundo alguns dicionários, a lei é uma “regra de direito ditada pela autoridade estatal e tornada obrigatória para manter, numa comunidade, a ordem e o desenvolvimento”, ou ainda, “uma norma ou conjunto de normas elaboradas e votadas pelo poder legislativo”, o que leva posteriormente a criação das mesmas. Depois, é necessário entender que a principal lei brasileira é que pode ser chamada de “Lei Maior” ou a Constituição da República Federativa do Brasil que traz os princípios fundamentais norteando o Estado Brasileiro e a definição e atribuição dos poderes, onde se encontra os tipos de leis do processo legislativo brasileiro.
Para entendermos melhor, vamos explicar de maneira mais concisa e esclarecedora alguns desses processos constituídos na legislação brasileira. Umas das principais leis é a Constituição Federal que dá sustentabilidade à existência da estrutura do estado brasileiro, legitimando os entes federativos a produzirem normas jurídicas aplicáveis aos cidadãos, servindo para que se exista a organização social ao invés de uma anarquia.
O STF (Supremo Tribunal Federal) atua como um guardião da Constituição Federal. Somente é acionado em decorrência de falta de normas via mandato de injunção ou, o que é mais comum em situações de discussão sobre a constitucionalidade de alguma norma, por meio do que chamamos de Controle Constitucional Difuso, quando qualquer ação, com conteúdo em debate, poderá ser julgado em última instância pelo STF ou por meio das “ADINs” (Ações diretas de inconstitucionalidade).

O ex-presidente da câmara dos deputados, Michel Temer, havia entendido que alguns projetos, assim como leis complementares e dos próprios PECs não deveriam ser editados por medida provisória, fazendo com que as MPs trancassem suas pautas para esses casos.
Outros tipos de leis que podemos citar é a resolução, usada para definir normas internas e de interesse do Congresso, como conceder afastamento a senadores e deputados. Existe ainda o decreto legislativo, também de uso exclusivo do Congresso. Sua função é de regulamentar os tratados, acordos internacionais que comprometam o patrimônio do país e a autorização do presidente da República a declarar guerra ou paz a outras nações.
Veja abaixo mais algumas leis listadas pela constituição legislativa:
Lei complementar: Leis criadas apenas para complementar determinados itens da Constituição. (Exemplo: a Lei Complementar N. 123/06 sobre Micro e Pequenas Empresas).
Leis ordinárias: Qualquer lei que não se encaixa na definição acima, apenas trata das regras mais gerais sobre determinado assunto.
Leis delegadas: Lei para a edição da qual o Presidente da República tem autorização expressa do Congresso Nacional.
Decretos Legislativos: quando a matéria é de competência exclusiva do Poder Legislativo.
Decreto: Ato de natureza administrativa de competência apenas do Presidente da República.
Resoluções: Normas que tem validade apenas para o órgão que a criou.

As leis também podem afetar as áreas comerciais e sociais. Para o advogado Renato Canha, as normas modelam o estado em geral, de forma que interfira de modo positivo ou negativo cada setor ao qual se dirige. “Note que as leis que incentivam o comércio com redução de tributos programam na economia e toda a cadeia produtiva. Ao revés, quando precisa onerar a produção, a norma acaba gerando retração da economia. Em áreas sociais puras, as normas podem modelar comportamentos, como o caso da Norma Paulista que passou a exigir que os ocupantes de automóveis utilizassem o cinto de segurança, impondo-lhes severas multas em caso de descumprimento. Logo aquilo que era uma “Lei-morta” no país, passou a fazer parte do atual Código Brasileiro de Trânsito e difundiu-se como compartimento social, assim como a Lei Paulista Anti-Tabagismo.” Diz o advogado fazendo uma comparação entre as duas leis impostas pelo governo.
Algumas pessoas devem se perguntar em relação do que seja uma “Medida Provisória”. Quando é necessária a criação de uma norma em caráter urgente, apenas temporária, proposta pelo Poder Executivo, só depende da aprovação do Legislativo para se tornar permanente. A MP, como abreviado o termo, é conhecida por sua urgência. Assim que o presidente assina uma medida provisória, ela entra em vigor imediatamente. Apesar de não precisar da aprovação imediata do Congresso, as MPs precisam ser votadas em até 120 dias para se tornarem leis. Caso os parlamentares não analisarem a medida nesse período, a MP impede a votação de outros projetos de lei e passa a ser o primeiro item da fila de votação.
Uma das leis que devemos abordar e de grande importância é a dos direitos dos consumidores, que consiste no tratamento das relações de consumo em todas as esferas civis, definindo as responsabilidades e os mecanismos para a reparação de danos causados, administrativa, definindo os mecanismos para o poder público de atuar nas relações de consumo e penal, estabelecendo novos tipos de crimes e punições para os mesmos. Os direitos do consumidor apresentam os contratos mais comuns do seu dia-a-dia e às práticas abusivas que ele pode estar exposto mesmo sem contratar, relacionando o estudo de casos concretos à lei, oferecendo soluções práticas para as questões apresentadas. O grande objetivo é defender os direitos previstos na lei e oferecer ao consumidor a oportunidade de exercer sua própria cidadania, o que, às vezes, não é possível por mero desconhecimento.
Ao fazermos uma pesquisa sobre os tipos de leis existentes e seu uso, as pessoas desconhecem um pouco para o que elas servem realmente, mas acreditam que podem servir quando precisamos. O encarregado de laboratório da Universidade Paulista – Unip, Reinaldo dos Santos, de 32 anos, diz que precisamos correr atrás para termos nossos direitos. Para a policial militar Aline Mara, de 25 anos, acredita que podem ser úteis, mas requer um pouco de esforço e paciência para serem acionadas. “Se com lei já é mais difícil, sem elas, seria uma bagunça”, afirmou.
Há algumas dúvidas que pairam em nossas mentes quanto em relação ao devido uso das leis. Já ouvimos dizer alguma vez que elas não servem para nada ou que não alteram diretamente a vida das pessoas. Para Doutor Renato, a tendência do ser humano é de ser individualista. “Não há como agradar a todos, afinal, vivemos em uma república.” Completou. Para o funcionário público, Élton Fagundes, de 28 anos, que trabalha com o Estatuto da criança e do adolescente (ECA), em sua concepção, a lei é bem feita, mas não é bem aplicada como deveria de ser.
Em muitos casos, as leis costumam demorar muito para serem aprovadas no Congresso. Mas a velocidade para sua aprovação depende de muitos fatores como “lobby”, a mobilização da sociedade, o interesse dos parlamentares, dos partidos políticos e da disposição em que se encontra o governo. Tudo depende de diversas variáveis que possam contribuir ou não no aceleramento do processo. A maioria das pessoas desconhece o tempo que as leis possuem para entrarem em vigor, ou muitas vezes, precisam “sentir na pele” quando elas são existentes em nossa sociedade. O Técnico de Enfermagem e estudante da Universidade Paulista, Demerson Gabriel, de 36 anos, afirma que pelo mal aplicamento das leis, as pessoas não conhecem bem, como devem ser aplicadas, mas sabem quando punidas, citando a lei do trânsito, quando o condutor do veículo sem o cinto de segurança ou embriagado. O estudante da Unip ainda comentou do CEPE (Código de Ética do Profissional de Enfermagem). “Todo profissional deve conhecer esse código porque pode perder a profissão se não souber o que está fazendo, assim como o caso recente da enfermeira que havia injetado leite na veia da criança. Se a pessoa conhecesse a lei, saberia o que estava fazendo”, comentou.
Antes de chegar às mãos do plenário, todo projeto percorre um longo caminho. Primeiro ele deve ser analisado por uma comissão técnica. Por exemplo, se o projeto seja sobre Imposto de Renda, deve ser avaliado pela Comissão de Finanças. Nessas comissões, cada projeto tem um relator, que é o parlamentar responsável por sugerir mudanças, rejeitar ou aprovar o projeto.
Todas as propostas sugeridas passam pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que tem como objetivo avaliar se elas estão de acordo com a Constituição. Muitos projetos já são votados nas comissões, enquanto outros vão para avaliação no plenário. A ordem dos projetos a serem votados deve ser definida pelo presidente da casa, que apenas decide só depois de ouvir as lideranças dos partidos para se ter uma conclusão. Na maioria das vezes, essa votação é simbólica, quando os parlamentares, em grupo, aprovam ou rejeitam a proposta. Em outros casos a votação é nominal para cada parlamentar.
Depois de aprovado, o projeto segue para a avaliação do senado. A proposta só faz o caminho contrário quando é apresentado por algum senador. Depois de passar por senadores e deputados, o presidente da República tem de assinar o projeto para que ele se torne lei, a chamada sanção que torna em prática a lei para a constituição.
O Presidente tem o direito de vetar totalmente ou parcialmente o projeto. Caso aconteça, os parlamentares têm o direito de confirmar ou derrubar o veto presidencial em uma sessão com voto secreto. Alguns podem achar opiniões contra a esse tipo de medida, mas para o advogado Doutor Renato, seu pensamento é diferente. “Dependendo do assunto, ser secreto pode ser algo vital à liberdade de cada parlamentar, por mais que a opinião pública assim não tenda a enxergar.” Afirma.
Mas há alguns artifícios que servem para acelerar a aprovação de um projeto de lei. O Executivo pode fazer um pedido de urgência em alguma proposta que seja de sua iniciativa, tendo que ser votado em um prazo de até 45 dias. Se isso não acontecer, o projeto em urgência passa na frente dos outros, sendo que nenhum pode ser votado antes, assim como acontece com as medidas provisórias.
Todos esses processos de tramitação são públicos. As sessões são transmitidas pela TV, enquanto os projetos e pareceres são impressos e estão acessíveis nos sites da Câmara e no Senado. Para saber como anda o processo de um projeto, é possível entrar em contato no telefone 0800-619679 ou pelo site www.planalto.gov.br para mais informações.
Fontes: InfoEscola/Planalto.gov.br
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Projeto O Diplomata
A revista O Diplomata é uma produção acadêmica feita pelos alunos Leandro Massoni, Paulo Ascenção e Ricardo Vitellozzi do 6º semestre do curso de Comunicação Social - Jornalismo da Universidade Paulista - Unip. A publicação traz como principal assunto dentro de suas matérias o uso das redes sociais nos conflitos políticos no cenário mundial, contando com a participação em entrevistas de Manuel Nabais da Furriela, responsável pelo projeto da Acnur para refugiados de outros países, a ex-vereadora Sônia Francine que fala sobre sua participação na campanha eleitoral de José Serra ao governo de São Paulo e do jornalista Gérson de Souza da Rede Record que descreve um pouco de sua vida e discute sobre o uso das ferramentas virtuais dentro desse âmbito. Veja no link abaixo e boa leitura!
http://www.calameo.com/read/00
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Steve deixou não apenas seus inventos, mas proporcionou
ao mundo uma nova visão à tecnologia, uma evolução na era digital inigualável e
o carisma e admiração de milhares de pessoas que o acompanharam durante sua
trajetória dentro da ciência. Abriu as portas para novas descobertas, e deixou
o caminho para o prosseguimento delas.




